quinta-feira, 26 de maio de 2011
A canção
A canção, expressão da melancolia, do amor, do entusiasmo, só morrerá se estes sentimentos morrerem; ela é, como o suspiro,como o grito,um dos movimentos naturais da alma.
Os tristes, os deserdados, os pobres, os oprimidos, quando tudo lhes falta, o pão, o lume, o vestido, têm sempre, no fundo da alma, uma cantiga pequena que os consola, que os aquece, que os alegra. É a última coisa que fica no pobre.


E então a cantiga vale mais do que todos os poemas.
Reflexões de Eça de Queiroz, numa outra época, ideologia, experiência, mas sempre atuais...

A encerrar um ciclo de tertúlias no Martinho da Arcada houve pequenos momentos de ouro e grandes oradores , homens sapientes daquilo que estavam a falar... e a cantar. Tema " A Guerra Colonial - Cantigas de Resistência".
Surpresas houve. No fim Michel com o seu acordeão cantou "Le deserteur"de Boris Vian e de seguida José Mário Branco cantou-a com tradução e adaptação à nossa língua pátria. Pouca gente sabia deste pequeno tesouro...
Assim aconteceu na terça feira...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
... ainda em Maio que está a findar, a poesia
terça-feira, 24 de maio de 2011
Rifão Quotidiano
Eu, prefiro continuar a ouvir este rifão quotidiano, mesmo já tendo sido colocado algumas vezes no MàV. Os outros agridem sem dó nem piedade...
Tempo de nêsperas...
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Era assim... mas já não é
Subscrever:
Mensagens (Atom)