segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Festival 2011: TWILIGHT PORTRAIT , o melhor filme em competição
Para saber mais ver AQUI
Assim findou mais um soberbo festival de cinema. Tudo entre Lisboa e Estoril.
Esperemos que para o ano haja mais...
domingo, 13 de novembro de 2011
Gerald Celente: Acabemos com esta farsa de demoracia
Portugal é tão pequeno que nunca é falado...
Como iremos sobreviver moralmente com o esquecimento dos analistas estrangeiros e não só.
Penso que quando somos lembrados pelo melhor e pelo pior é porqe existimos.
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Morte ao Meio-Dia, de Ruy Belo

Morte Ao Meio-Dia
No meu país não acontece nada
à terra vai-se pela estrada em frente
Novembro é quanta cor o céu consente
às casas com que o frio abre a praça
Dezembro vibra vidros brande as folhas
a brisa sopra e corre e varre o adro menos mal
que o mais zeloso varredor municipal
Mas que fazer de toda esta cor azul
Que cobre os campos neste meu país do sul?
A gente é previdente cala-se e mais nada
A boca é pra comer e pra trazer fechada
o único caminho é direito ao sol
No meu país não acontece nada
o corpo curva ao peso de uma alma que não sente
Todos temos janela para o mar voltada
o fisco vela e a palavra era para toda a gente
E juntam-se na casa portuguesa
a saudade e o transístor sob o céu azul
A indústria prospera e fazem-se ao abrigo
da velha lei mental pastilhas de mentol
Morre-se a ocidente como o sol à tarde
Cai a sirene sob o sol a pino
Da inspecção do rosto o próprio olhar nos arde
Nesta orla costeira qual de nós foi um dia menino?
Há neste mundo seres para quem
a vida não contém contentamento
E a nação faz um apelo à mãe,
atenta a gravidade do momento
O meu país é o que o mar não quer
é o pescador cuspido à praia à luz
pois a areia cresceu e a gente em vão requer
curvada o que de fronte erguida já lhe pertencia
A minha terra é uma grande estrada
que põe a pedra entre o homem e a mulher
O homem vende a vida e verga sob a enxada
O meu país é o que o mar não quer
De Ruy Belo
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
!!!!!!!!!!!!!!!!!
Um dizia "ó palerma, chapéus há muitos"... o outro diz :- não temos orçamento para poder criar almofada de..." , conforto, digo eu...


Só sei se me tirarem a minha almofadinha o meu sono será difícil... Presumo, apesar de não ser dada a eles, que os pesadelos vão chegar para o mês que vem. Além de me terem tirado o tapete também me estão a puxar pela almofada...
Significado de Almofada
s.f. Espécie de saco fechado contendo matéria mole ou elástica (paina, algodão, crina, penas, esponja de borracha, espuma de plástico), ou retesado por molas ou ar comprimido, para servir de encosto, assento, apoio de cabeça, ornato etc.; coxim.
Peça ligeiramente saliente da parte central e retangular das portas e de alguns tipos de janela.
Saco estofado usado pelas rendeiras na execução do seu trabalho.
Mecânica Amortecedor de vibrações ou choques.
Almofada de carimbo, almofada impregnada de tinta sobre a qual se comprime o carimbo antes de efetuar a impressão.
Almofada elétrica, aparelho elétrico em forma de almofada, para aquecer o corpo ou a cama
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A tarde pede estas músicas e outras mais...
Espetáculo , em 2003, quando se comemoraram em França e Bruxelas os 25 anos sobre a partida de Brel.
Foram quase dois anos de uma festa viva.
Olhares...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Cinema à porta de casa...


O filme passa-se entre Zurique e Viena, em 1910, com a Primeira Guerra a rebentar. São o cenário de uma estória sombria de descoberta sexual e intelectual. Inspirado em factos reais, vislumbram-se neste filme as turbulentas relações entre o psiquiatra principiante Carl Jung, e o seu mentor Sigmund Freud e Sabina Spielrein, a perturbada e bela jovem que se interpõe entre eles.
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