sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Uma melodia de sempre... saudosa
Retoceder, perder, tirar, diminuir, trabalhar, desempregar, poupar, gastar, adoecer, descansar (-) , roubar, matar, são dos verbos mais conjugados. Ter ou não ter . Ser ou não ser
Poderia recriar mais vebos... , mas tenho que partir rapidinho pois há coisas mais importantes para fazer: melhorar o ser e acomodar o ter. Deixo-vos com o verbo "recordar"...
Casino da Figueira, fotografias da época da recessão. 1920 e muitos.
Por aqui fui feliz, alegre e muito jovial. Então não? Com 15, 16, 17, 18 anos... Alguns que por aqui passam o foram também...
Aqui fortaleci os meus passos de dança e me iniciei no mundo da cinéfilia.
Em nome do que alguns chamam de progresso, o Casino da Figueira da Foz é um antro de mau gosto,só restando os tetos pintados, verdadeiro ex-
- libris da cidade.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Acho uma moral ruim...
CINCO QUADRAS DO ANTÓNIO ALEIXO
Acho uma moral ruim
trazer o vulgo enganado:
mandarem fazer assim
e eles fazerem assado.
Sou um dos membros malditos
dessa falsa sociedade
que, baseada nos mitos,
pode roubar à vontade.
Esses por quem não te interessas
produzem quanto consomes:
vivem das tuas promessas
ganhando o pão que tu comes.
Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar!
Esta mascarada enorme
com que o mundo nos aldraba,
dura enquanto o povo dorme,
quando ele acordar, acaba.
Quem trabalha e mata a fome
Nâo come o pão de ninguém
Quem não ganha o pão que come
Come sempre o pão de alguém
Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que conheço
Que sem parecer o que são
São aquilo que pareço
António Aleixo
Fotografia em Magueija durante um passeio todo o terreno...
Acho uma moral ruim
trazer o vulgo enganado:
mandarem fazer assim
e eles fazerem assado.
Sou um dos membros malditos
dessa falsa sociedade
que, baseada nos mitos,
pode roubar à vontade.
Esses por quem não te interessas
produzem quanto consomes:
vivem das tuas promessas
ganhando o pão que tu comes.
Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar!
Esta mascarada enorme
com que o mundo nos aldraba,
dura enquanto o povo dorme,
quando ele acordar, acaba.
Quem trabalha e mata a fome
Nâo come o pão de ninguém
Quem não ganha o pão que come
Come sempre o pão de alguém
Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que conheço
Que sem parecer o que são
São aquilo que pareço
António Aleixo
Fotografia em Magueija durante um passeio todo o terreno...
Se não viu, não perca...
Entre lixo, lixo seletivo, açúcar, diamantes e terra, esta exposição que está prestes a deixar-nos, pode ser vista no CCB até dia 29.
Emoção. Grandiosidade. Preocupação social e muito trabalho.
Sei que vou voltar antes de ela partir.
Esta a vida do criador Vik Muniz, um brasileiro de S. Paulo a residir em N.Y.
domingo, 15 de janeiro de 2012
"Pró menino e pra menina"...
No Museu da Eletricidade, esta exposição dedicada à ilustração infantil deve ser de sonho.
Ainda só a vi AQUI, mas deixa um enorme apetite... Fica um aguçar do mesmo...
Bom domingo....
Momentos de ouro...
Ontem, RTP2, notícias.
Um grupo de crianças são convidadas a falar da crise, do que pensavam, da sua causa, formas de a ultrapassar e de como deveria ser vivida
Todas lindas de espantar, mas espanto maior a sua enorme capacidade de comunicaçaõ, a acertividade de quem está atento à vida, seja pela via familiar seja pela Escola e o seu sentido de humor.
Orgulho senti desta gente de palmo e meio entre os 4 e os 5 anos.
Do que foi dito, só um registo fiz
"Pode acontecer se a cabeça não consegue pensar, entrar em crise"...
Trabalho de Martial Raysse
Um grupo de crianças são convidadas a falar da crise, do que pensavam, da sua causa, formas de a ultrapassar e de como deveria ser vivida
Todas lindas de espantar, mas espanto maior a sua enorme capacidade de comunicaçaõ, a acertividade de quem está atento à vida, seja pela via familiar seja pela Escola e o seu sentido de humor.
Orgulho senti desta gente de palmo e meio entre os 4 e os 5 anos.
Do que foi dito, só um registo fiz
"Pode acontecer se a cabeça não consegue pensar, entrar em crise"...
Trabalho de Martial Raysse
sábado, 14 de janeiro de 2012
Os meninos dançam? Eles estão aí dia 10 de Março...
Ano da graça de 1975. Pavilhão Dramático de Cascais. GENESIS. Lotação esgotada e tentativa de assalto de mais" populaça" p ara assistir ao concerto. Felizmente ficámos bem posicionados, pendurados no que poderemos chamar de balcão, talvez galeria. Será assim que se chama? Senti-me protegida por que estavam sobre mim de braços poisados no varandim. outros assistentes.
Beatas percorriam o ar o que me fez muita impressão pois eram passíveis de queimar pessoas. Era um hábito recorrente nos espetáculos em recintos fechados.
Um dia , quando Keeih Jarret cá esteve pela primeira vez, em 1979, só tivemos 30 m de concerto por causa da impertinência do público não querer apagar os cigarros.. Foi um medir de forças em que ganhou o artista e nós perdemos tempo e dinheiro. Felizmente as proibições chegaram e a "populaça " ficou mais civilizada..
Mas voltando a Cascais, este concerto ficou na história pois Otelo , então no COPCON, entrou de chaimite no Dramático e atirou para o ar... Seria um 26 de Abril? Uhmmmm..
Foi um susto...mas a tentativa de saltar as grades, mesmo no interior do pavilhão ficou gorada e o espetáculo começou para não mais ser esquecido.
Veremos o que nos reserva este novo encontro patrocinado pela Cãmara de Cascais.
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