sábado, 11 de fevereiro de 2012

As minhas "porcelanas"... uma delas é aquariana...




Hoje foi dia de festa... Para comemorar os 84 anos de uma linda mãe, em perfeito estado de conservação,   fomos ao Museu Conde  Castro Guimarães.

Uma raridade de pessoa ao lado do belo qe teima em ser eterno....




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sociedade Nacional de Belas Artes em festa numa exposição a não perder...





Uma exposição a não perder... Como se pode ver na "lapela" deste espaço, ontem começou a festa de homenagem a um pintor , crítico de arte e curador, Fernando de Azevedo.
A SNAB estava em festa. Centenas de pessoas, na sua maioria artistas de todas as vertentes formais da arte.
A nata dos pintores portugueses olhavam os seus trabalhos e os dos que já não estão entre nós. Modernistas e contemporâneos num esplendor coletivo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vida...

Quadro de Miró datado de 1926, leiloado por 20 milhões de euros...
A loucura total... também no mundo da arte.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Afinal, é a palavra de ordem... "tolerância"... mas de ponto


Parece que desta vez é o povo quem mais ordena... Já assim foi e assim será...
Uma nódoa imensa no babete de PPC.
Pelo que estou a ouvir nas notícias o homem já não sabe o que diz... arrasta-se.  Eu diria mesmo que o seu discurso é de uma tremenda "pieguice", como demonstei na sinonímia no post anterior.

A natureza em Londres...


"FOTOGRAFAR... É COLOCAR NA MESMA LINHA DE MIRA... A CABEÇA, O OLHO E O CORAÇÃO". (Henri Cartier-Bresson

Piegas, nós? Com o frio que faz ainda me sinto mais regelada com o que vou ouvindo...

Piegas:
Há uns anos atrás, diziam-nos, e felizmente o "dito" parece que acabou, "ó menino(a), não sejas piegas, pareces mesmo um mariquinhas..."
Considerem-se pois insultados por PPC.

(tirado de dicionário brasileiro... que devido ao doce da língua ainda consegue ser mais "piegas")
Imagem do blogue de Si, "Inquietude"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Momentos....


Imagens chegadas de Londres, bem fresquinhas... Ou melhor, geladinhas....

A primeira vez qe vi neve e a toquei...


Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente

e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem
uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…



Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento
com certeza.


Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!

E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…

E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza

e cai no meu coração.

Augusto  Gil (em Sombra de Fumo) 

Mais tarde, a minha mãe obrigava-me a decorar os poemas de Augusto Gil. Este e o "Passeio de Santo António)... Outros  tempos.