UMA NOITE AO RELENTO
Uma noite ao relento a colorir o frio
de rua para rio de nuvem para núcleo
em jogos de pedrinhas e mais sério de súbito
um denso deflagrar de silêncio uma gaivota
António Barahona
Coimbra, 21.VI.78
quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Da maior importância...
A EUROPA ALEMÃ - DE MAQUIAVEL A «MERKIEVEL». ESTRATÉGIAS DE PODER NA CRISE DO EURO, de Ulrich Beck
Em 1953, Thomas Mann, no seu famoso discurso de Hamburgo, advertiu os alemães para que nunca mais voltassem a aspirar a «Europa alemã».
No entanto, foi precisamente isto que se tornou realidade durante a crise do euro: a potência económica mais forte do continente pode ditar as condições para novos empréstimos aos Estados pobres da zona euro - até chegar ao ponto de esvaziar os direitos democráticos de codecisão dos parlamentos grego, português, italiano, espanhol e, por último, também alemão.
sábado, 16 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Momentos... que não são de ouro
Dizem , e é verdade, que mesa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão....
O barulho vai ser ensurdecedor.
(FOTOGRAFIA DE CATARINA MONTEIRO)
O barulho vai ser ensurdecedor.
(FOTOGRAFIA DE CATARINA MONTEIRO)
quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Vibremos pela cor... e não só...
Estas composições de cores flutuantes, de contornos indeterminados, mas fortemente vibrantes , podem ser momentos de olhares quentes ...
Espero pela tua mão, e, aí, o olhar será diferente.
Óleos de Mark Rothko (1903-1970).
Estes trabalhos são de 1952
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Boa semana... em mês de poesia
DATA
Tempo de solidão e de incerteza
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSSEN
(fotografia, pormenor da Casa Museu da Musica Portuguesa Verdades de Faria)
Tempo de solidão e de incerteza
Tempo de medo e tempo de traição
Tempo de injustiça e de vileza
Tempo de negação
Tempo de covardia e tempo de ira
Tempo de mascarada e de mentira
Tempo de escravidão
Tempo dos coniventes sem cadastro
Tempo de silêncio e de mordaça
Tempo onde o sangue não tem rasto
Tempo da ameaça
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSSEN
(fotografia, pormenor da Casa Museu da Musica Portuguesa Verdades de Faria)
sábado, 9 de março de 2013
"Não posso ficar calada...." Eu também não...
"Como é possível fazer pintura decorativa ou que ignore o que está a acontecer?"GM
"Desastres de Guerra", exposição para ver e que hoje tive o privilégio de o ter feito numa visita guiada pela artista Graça Morais, sua autora, na Fundação Arapad-Szenes- Vieira da Silva.
Momentos de partilha e outros nem tanto, pois o artista nunca consegue ou não quer revelar tudo.
Seguiu-se um interessante debate com o tema "Que Guerra é esta?" com participantes de luxo intelectual.
Dia 6 de Abril repetirá e o tema do debate será "E depois da Guerra?", com Adelino Gomes, Viriato Seromenho entre outros.
Em tempos de guerra, trabalhemos a paz , mas não a paz dos cemitérios, mas aquela paz que ajude a evitar a guerra que está à porta e que pode desencadear a qualquer momento e que não se saberá quando pode acabar. A História mostrou-nos isso de 1914 a 1945. Palavras de Guilherme d' Oliveira, um dos oradores.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Como sinto o dia 8 de Março....
Fotografia de Dorothea Lange , "Mãe emigrante", 1936
Esta fotografia de uma mulher preocupada, com os seus dois filhos que escondem o rosto , tornou-se o símbolo da grande depressão americana.
Esta fotografia, tão atual, poderia representar o rosto de muitas das nossas mulheres na enorme depressão que este país vive.
Dia da mulher serve para mostrar as desigualdades e sofrimento de género.
Esta fotografia de uma mulher preocupada, com os seus dois filhos que escondem o rosto , tornou-se o símbolo da grande depressão americana.
Esta fotografia, tão atual, poderia representar o rosto de muitas das nossas mulheres na enorme depressão que este país vive.
Dia da mulher serve para mostrar as desigualdades e sofrimento de género.
quinta-feira, 7 de março de 2013
O povo e a poesia....
Era uma vez um banqueiro a Dona Isabel ligado. Vive do nosso dinheiro, mas nunca está saciado. Vai daí, foi a Belém E pediu ao presidente que à sua Isabel também desse um job consistente. E o bom do senhor Cavaco admitiu a senhora, arranjando-lhe um buraco e o cargo de consultora. O banqueiro é o Fernando, conhecido por Ulrich, e que diz, de vez em quando, «Quero que o povo se lixe!». E o povo aguenta a fome? «Ai aguenta, aguenta!». E o que o povo não come enriquece-lhe a ementa. E ela, Dona Isabel, com Cavaco por amigo. não sabe da vida o fel nem o que é ser sem-abrigo. Cunhas, tachos, amanhanços, regabofe à descarada. É fartar, que nós, os tansos, somos malta bem mandada. Mas cuidado, andam no ar murmúrios de madrugada. E quando o povo acordar um banqueiro não é nada. É só um monte de sebo, bolorento gabiru. Fora do banco é um gebo, um rei que passeia nu. Cavaco, Fernando Ulrich, Bancos, Troikas, Capital. Mas que aliança tão fixe a destruir Portugal! (A propósito da nomeação da mulher de Fernando Ulrich para assessora de Cavaco Silva. ) Recebi por mail de mão amiga. Não resisti a partilhar... s |
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