Caso sim, faria que começasse a chover a céu aberto.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Que a música possa aliviar as dores desta vida ....
Caso sim, faria que começasse a chover a céu aberto.
domingo, 15 de outubro de 2017
Deixá-los falar, pensa ele (s).... Bom resto de domingo
sábado, 14 de outubro de 2017
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Pensando a nossa querida Republica ja longe de fantasmas. ..
VIRTUDE REPUBLICANA
Cícero (108 a.C. – 62 a.C), no seu Tratado da República, ensinou que um cidadão, para ser virtuoso, teria de cultivar “a justiça e a piedade, que deve ser grande para com os parentes e aderentes, maior ainda deve ser para com a pátria”, nível supremo que se exprimia como serviço (officium) e como preocupação (cultus) pela coisa pública, um género de pietas e de “caritas rei publicae” (Tito Lívio) que não podia ser confundido com a cupidez e com o propósito de se possuir, egoisticamente, o objeto amado. O que ajuda a explicar por que é que, para além da ideia territorial e circunscrita de “pátria” (a “terra dos pais”), a de “pátria comum” reivindicava, antes de tudo, uma justificação ético-cívica sobredeterminadora da Lei e do Direito. Daí que a virtude (virtus) republicana apontasse para um ideal que só estaria realizado quando, no indivíduo, se fundisse a teoria com a prática. Como lembrava o mesmo Cícero (e mais tarde, Maquiavel, com o seu conceito de virtù), não bastava ser “detentor da virtude”, como se “de uma técnica qualquer” se tratasse. É que ela “reside toda na aplicação”, ou melhor ainda, é a governação do Estado (civitas) e a execução, por ações, e não por palavras, “daqueles mesmos princípios que se murmuraram pelos cantos”. Destarte, um homem virtuoso por excelência nunca será o que se mantém “à margem de toda a atividade pública”, como se somente fosse um credor da sociedade, mas será aquele que, sentindo-se igualmente devedor, se mostra disponível para servir a pátria, tornando a cidadania sinónima de empenhamento nos negócios comuns.
Fernando Catroga, Ensaio Respublicano, 2011
domingo, 1 de outubro de 2017
Uma citação para o dia de hoje, 1º de outubro
"Se não encontrares o que esperas não encontrarás o inesperado ."
Heráclito
Andrew Wieth, pintura.(1917-2009)
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Bom fim de semana, quase em período de descanso e" reflexão"...
Há quem não tenha dúvidas. Só certezas. Nem que seja por estima e antiguidade na militância partidária.
Há quem vote num lado a contragosto, só para que o outro , o ganhador, não fique em maioria....
Há os indecisos.... Os que votam em branco. E os que só vão à missa ou nem isso.
Eu vou votar.
Norman Rockwell (1894-1978), pintura
terça-feira, 26 de setembro de 2017
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Tony Viccaro, fotógrafo de guerra e de imprensa Belíssimo programa na RTP 2 . |
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Portugal, tornou-se a "terra" dos encantos...
domingo, 24 de setembro de 2017
sábado, 23 de setembro de 2017
Em pleno equinócio....
David Hockney, no sei "iped", desenhou o Outono para nós.
Ninguém cheira melhor
nestes dias
do que a terra molhada: é outono.
Eugénio de Andrade
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Pensamento do dia . Autárquicas.
Twiggi, porque gosto e foi minha contemporânea, um pouco mais velha, mas cujas passadas segui nos cortes de cabelo.
Guardo há muito esta fotografia. Além de bonita, gosto da sua boca de espanto o que lhe acentua mais a expressão de olhar.
Uso-a como metáfora para a pena e alguma tristeza que sinto em relação a alguns concelhos cujas candidaturas me arrepiam e cujas diatribres são públicas outras mais camufladas....
Vivo no concelho de Cascais, tenho Oeiras aqui ao lado e gostaria de ir votar a Lisboa.
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