sábado, 31 de maio de 2014

Os enxofrados Dupont & Dupont...

Os enxofrados e estafados da  política portuguesa no seu melhor e pior tal como os" Dupont & Dupont " desta vida . A vidinha portuguesa.

Bom fim de semana. Sejam felizes na medida de cada um.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Miau....


O homem gostaria de ser peixe ou pássaro, a serpente gostaria de ter asas, o cão é um leão confuso...
Mas o gato quer ser somente gato,
e todo gato é um puro gato
desde o bigode ao rabo


Pablo Neruda

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Divirtam-se...

Se for caso disso...
No sábado à noite passou um belíssimo concerto deste trio a partir da da Casa da Música no Porto.
Fiquei rendida apesar de no YOUTUBE haver pouco por onde escolher. 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Os 31 mandamentos sobre a cidade de Lisboa

 Os jornalistas do site norte-americano Global Post estão fascinados com a cidade de Lisboa. O deslumbramento é tal que decidiram escrever um artigo com 31 razões para se viver na capital portuguesa, a segunda mais antiga da Europa.

1. Clima: “Há mais sol do que em Madrid, Roma ou Atenas”, lê-se no site. Mas a grande vantagem, segundo os jornalistas, é que há sempre uma brisa vinda do Atlântico que funciona como ‘ar condicionado natural’.
2. Cervejaria Ramiro: O melhor sítio para comer marisco, refere o artigo.
3. Praia: Está a apenas 20 minutos de distância e existem ‘aos molhos’. “Em menos de uma hora podemos surfar no Guincho ou relaxar na areia branca da Arrábida”, descreve o artigo.
4. Eléctrico: “O 28 existe e deixa todos felizes” é o título desta secção da notícia. O eléctrico leva-o a todos os pontos históricos da cidade de uma forma “cool” e barata.
5. Rio Tejo: Repleto de vida animal e vegetal, o Tejo é um rio “que mais parece mar”.
6. Ritmos africanos e latinos: É a capital europeia que mais proximidade tem com estes géneros musicais. “Dezenas de bares põe Bossa Nova e servem caipirinhas e as discotecas passam música coladeiras e kizombas”.
7. Vista: “A vista de Lisboa não chega aos pés das de Roma”. Para a apreciar melhor, o site recomenda uma ida aos miradouros das Portas do Sol, São Pedro de Alcântara, Graça e Santa Catarina.
8. LX Factory: Este espaço trouxe vida “a um espaço esquecido na cidade”, com “lojas arrojadas, restaurantes e galerias”.
9. Ruas e ruelas: Uma das melhores coisas que se pode fazer em Lisboa é “perdermo-nos nos seus bairros mais antigos, como Alfama, Mouraria, Bica ou Madragoa” e apreciar as suas ruas “cheias de alma”.
10. Futebol: Lisboa não está dividida pela língua, religião ou política, mas sim por preferência clubística, lê-se no site. “Poucos desportos são seguidos com tanta paixão quanto um jogo entre as duas equipas [Benfica e Sporting]”.
11. Café: Segundo os jornalistas americanos, as ‘bicas’ são dos melhores cafés do Mundo.
12. Cultura: Desde São Carlos até à Gulbenkian, passando pelo Museu Colecção Berardo e as dezenas de festivais ao ar livre, são múltiplas as opções de escolha.
13. Ginjinha: “Portugal é conhecido pelo seu vinho do Porto, mas a melhor bebida de Lisboa é este rico e doce licor”, descreve o site.
14. Não matam o touro: Ao contrário do que se passa em Espanha, os touros não são mortos na arena no final de uma corrida de touro. Para além deste facto, o artigo elogia ainda as ‘pegas’ e a beleza do Campo Pequeno.
15. Bairros modernos: Basta andar umas estações de metro para passarmos do lado mais velho da cidade para “as modernas avenidas de Alvalade”, com “lojas ‘cool’ e esplanadas apetitosas”.
16. Comida boa e barata: “É fácil comer comida tradicional por cerca de 7 dólares (5 euros) em várias tascas”, lê-se no artigo, que refere ainda o facto de os restaurante finos da cidade serem mais baratos do que os do resto da Europa.
17. Fado: É Património Cultural e Imaterial da Humanidade e, para os americanos, assemelha-se ao Blues. “O Fado deve acompanhar qualquer viagem por Lisboa”, afirmam os jornalista, que destacam Ana Moura, Gisela João e Cristina Branco como alguns dos nomes a reter.
18. Oceanário: “Deve ser o maior aquário do Mundo”, lê-se no título desta secção. O site considera que estava deve ser a “maior atracção “ da capital.
19. Pastel de Belém: São considerados os melhores bolos de Lisboa, lê-se na notícia.
20. Casas: “São mais coloridas que uma caixa de Lego”,descreve o artigo. Apesar de ser conhecida lá fora como ‘A Cidade Branca’, os apartamentos amarelos, cor-de-rosa e azuis-bebé deixaram os jornalistas impressionados com as cores da capital portuguesa.
21. Legendas: Ao contrário da maior parte dos países europeus, Portugal não faz dobragens de filmes estrangeiros, mantendo os diálogos originais, o que é visto como uma mais-valia por este site.
22. Lojas antigas: Lisboa está cheia de pequenos estabelecimentos de meados do século XX, o que é considerado uma raridade em comparação com as restantes capitais ocidentais, que se renderam às grandes superfícies.
23. “Cheira bem…”: “…Cheira a Lisboa”. O artigo do Global Post faz questão de fazer referência a uma das mais conhecidas cantigas populares portuguesas. No entanto, o site refere que tanto pode cheirar “a roupa lavada, acabada de pendurar, e a canela”, como “a bacalhau ou a lixo acumulado após um dia de greve”. Segundo o mesmo “faz tudo parte da experiência olfactiva”.
24. Bares: A Pensão Amor e o Pavilhão Chinês são dois dos estabelecimentos que são destacados no artigo, para além dos bares mais pequenos e típicos do Bairro Alto e do Cais do Sodré.
25. Chiado: Tal como a Fénix, esta parte da cidade ‘renasceu’ das cinzas após o incêndio que a assolou em 1988. Mesmo assim, consegue ser uma das áreas de Lisboa que mais gente atrai, devido às suas lojas, cafés e espaços culturais. No artigo, os jornalistas fazem questão de sublinhar a importância da Livraria Bertrand e do café A Brasileira, fundado em 1905.
26. Comida goesa: Os restaurantes Jesus é Goês e Cantinho da Paz são os únicos sítios no continente onde se pode comer pratos inspirados na gastronomia de Goa que fazem jus aos originais.
27. Contos de Fada: Se já falaram em Cascais, os norte-americanos não podiam deixar de fora “a mágica vila de Sintra” e os seus palácios.
28. Mercados: Tudo o que é fresco está nos mercados de Lisboa. O artigo dá destaque ao Mercado da Ribeira, o mais conhecido da capital.
29. Natureza: “Desde os jardins públicos até Monsanto, Lisboa está cheia de refúgios verdes”, lê-se na notícia, que enaltece a quantidade de árvores existentes na cidade.
30. Gelado: Os autores do artigo não podiam deixar de fora o Santini, a gelataria que, apesar de ter nascido em Cascais, tem um espaço no Chiado. “Vale sempre a pena esperar na fila”, escrevem.
31. Engraxar sapatos: Segundo o site, estes profissionais já desapareceram em quase toda a Europa, mas em Lisboa ainda existem homens “munidos de escovas, farrapos e potes de graxa”.
Em jornal SOL


 

                                  Um bar sobre rodas em Belém, perto da estação fluvial

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bom fim de semana




Tarde, mais tarde , dá um belo entardecer...

Bom fim de semana.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

o desgoverno nas nossas vidas...



O gótico e a alegoria política: Ambrogio Lorenzetti (c.1285/90-1348), "Alegoria do Mau Governo", c. 1337-39, fresco no Palácio Público de Siena.
Um tema muito actual!



(surripiado ao Prof. Pena Viçoso via FB )

quarta-feira, 21 de maio de 2014

tempo de andorinhas...


que sonham com outro tempo. E, em que tempo podemos acreditar? No das cerejas?

O meu avô acreditava em cinco coisas
                      Eu só acredito em duas.

Verso de Daniel Maia Rodrigues
As minhas fotos. Alentejo.


terça-feira, 20 de maio de 2014

continuação do tempo... com arte



                                              Pintura de António Viana  (AQUI)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

tempo no tempo...

O tempo é outro tempo nas terras pequenas, dizia Ruy Belo.

E eu encontrei esse tempo. E andorinhas. Fora e dentro de casa  num ritmo alucinante entre o descaramento "invasivo" e a timidez do susto que é a vida.
Boa semana.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Conversas do Zé Povinho....

1º - De toda esta mudança de albardas ou de ministérios, com dissoluções das Câmaras e eleições à vista, o Zé astrólogo só vê carneiro com batatas no horizonte, sonhando comezainas de borla, por conta dos partidos em propaganda.(25 de fevereiro 1886)

2º-  Paravtemperaar tais guisados vende ele os tomates da horta, hesitando em mostrá-los à polícia, mwsmo em ocasiões de batalha - não vá ela palmar-lhos...(22 de fevereiro de 1890)

3ºEm tal política os políticos se devoram, como grilos na gaiola. Zé Povinho aponta e ri...(10 de junho de 1892)

4º O cheiro, sobretudo o cheiro!Entre ratos e legumes, no barril do lixo, duas cabeças da «Grande Porca» que a política é, definem a«rotação» ou o «rotativismo». O zé tapa o nariz.(30 de oubro de 1910)

Desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro, do livro Zé Povinho 1875, Comemoração do Centenário/ 1975 , de José - Augusto França

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Olha que te dou um verso...


O tempo é outro tempo nas terras pequenas.

Juro que vou à procura desse tempo...

quarta-feira, 14 de maio de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

Procurando a sombra, "dou-te um verso"...



Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura

Mário Cesariny, Poema
Fotografia de anamar (traseiras do Jardim Tropical, Belém)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

"ARAUTOS DO AMOR" (3) . Boa semana

A Língua portuguesa é responsável pelas mais perfeitas canções. Soa a imperialista? Então deixo-vos um exercício simples: traduzam as letras dos BEATLES.

...

A canção inglesa ou americana pretende que o amor tenha uma lógica e se desenrole como um "western", com índios maus e caubóis valentes. A brasileira não.

(continuação da leitura de excertos de um artigo de Inês Pedrosa, revista !BRAVO, 2011)

domingo, 11 de maio de 2014

"ARAUTOS D AMOR" (2) . Bom domingo...

(continuação)
....
Ora ficámos no "amor fino" de Padre António Vieira, ou o amor a fundo perdido...

Não há outro; ao amor que espera retorno podemos chamar investimento, vaidade, medo ou comodismo. Podemos até decidir ser felizes através dele. Mas o amor digno desse nome não cuida de enredos ou desenlaces; é, como escreveu Ovídio, uma arte, com o que isso significa de coragem e entrega. A arte exige o dom da metamorfose e um alto grau do domínio perante a dor. O artista, como o amante, tem de ser capaz de sair da sua própria pele para se colocar dentro da pele do outro. Esvaziando-se na entrega, ganha também imunidade à dor - há sempre um lado seu que contempla, de fora, como um Deus, a obra que dentro de s iestá gerando.
Tudo isso existe, em sublime condensação, no casamento entre a música e letra - e assim o Brasil deu de 10 a 0 em toda a história da filosofia. de Ovídio e Platão a Kant e Nietzsche. 

"Se você tem uma história incrível é melhor fazer 
uma canção
está provado que só é possível filosofar
em alemão".

A receita é de Caetano, em" Língua", a melhor canção alguma vez escrita . Estava tentada a acrescentar "em língua portuguesa", mas a tese que aqui se expõe é a de que a língua portuguesa é responsável pela criação das mais perfeitas cancões.

Excerto de artigo de Ines Pedrosa na revista !BRAVO, DEZEMBRO DE 2011

quinta-feira, 8 de maio de 2014

"ARAUTOS DO AMOR" (1)

Há semanas parece que Caetano Veloso esteve por cá. Fins de Abril. Espectáculos ao vivo que mãos exterminadoras e implacáveis me impediram de ir. Não estou só nestes actos de prazer . Somos muitos....
Contudo o prazer de leituras de revistas de estimação, esta também já "moribunda" no outro lado do Atlântico, ! BRAVO, fez-me relembrar esta crónica de Inês Gonçalves, Na !BRAVO de dezembro de 2011.

(excerto)
Devo às canções do Brasil a minha fé no amor. Não é coisa pouca nem leve; acredito no amor como os outros acreditam na Virgem de Fátima : à revelia dos tropeços da História. Não há lágrima que eu não  transforme em prisma de uma nova visão do mundo, nem ruínas de ilusão sob as quais não encontre o sinal de uma alegria maior. As canções brasileiras, em particular as de Caetano Veloso e Chico Buarque, deram-me um doutorado naquilo a que o Padre António Vieira chamou "amor fino" - o amor a fundo perdido.

(CONTINUA)


quarta-feira, 7 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

"tenho os olhos azuis de tanto os ter lançado ao mar" * (dou-te um verso)



                                             Felix Vollotton, pinturas entre 1892 e 1895

* verso de Rosário Pedreira

domingo, 4 de maio de 2014

365 dias em de festa...

E,  ao fim de 35 anos,  continuamos bem  resolvidos com as nossas vidas. 
Bem haja 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Olhares de leituras breves...

                                                                                         Espelhos, de João Concha

Só tu
Sabes sorrir 
Na vertical.

Jorge Sousa Braga

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Um clube com história, a Naval 1º de Maio


Não aprecio futebol... , Mas gosto da história dos clubes da minha terra.
Sempre fui de alma e coração ginasista (GCF) mas sorrio com as vitórias da Naval e gosto de dar a conhecer a sua história. (AQUI) e( AQUI)
Era tradição acordar bem cedo, mandavam as mães, não fosse o Maio entrar por um "sítio" menos próprio...
E, pelas ruas, começavam as bandas musicais e o famoso Rancho das Cantarinhas de Buarcos, a cantar e a dançar e os foguetes a rebentar.
Como dormir?