domingo, 29 de maio de 2011

Quem és tu assim tão simples? E tu quem és afinal? A nobreza da cidade, aldeia de Portugal...



Poema do Eu

Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.

Charles Chaplin

Pintura de Paul Delvaux e o seu universo onírico

Domingo, Estoril Jazz



1h24m. Ouço o primeiro e último noticiário de um sábado que já entrou no domingo...
A chuva bem quer varrer esta campanha suja, mas não há água que a limpe...
E, os meus sentidos, viraram se para o artista francês Jacques Mahe de la Villeglé por associação de ideias das suas colagens e o momento que se vive...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Hoje, no Estoril Jazz Festival

Há sempre um "mas"...

Pintura de Jim Dine, Tools
Gosto das crónicas diárias de Hugo Gonçalves no jornal "i".A de hoje é mais uma sobre a qual somos muitos a refletir e poucos a praticar... Devia ser um sentimento mais burilado para que fossemos mais perfeitos.
Como alguém dizia :-"eu só invejo duas espécies de pessoas, as que são contemplativas e vivem no campo, longe da vida social, ou as que vão viajar." Ou seja, uma" inveja "saudável, menos venenosa...
Vamos lá a usar as ferramentas necessárias para mudar "a atitude".

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A cantiga é uma arma...

A canção A canção, expressão da melancolia, do amor, do entusiasmo, só morrerá se estes sentimentos morrerem; ela é, como o suspiro,como o grito,um dos movimentos naturais da alma.
Os tristes, os deserdados, os pobres, os oprimidos, quando tudo lhes falta, o pão, o lume, o vestido, têm sempre, no fundo da alma, uma cantiga pequena que os consola, que os aquece, que os alegra. É a última coisa que fica no pobre.


E então a cantiga vale mais do que todos os poemas.

Reflexões de Eça de Queiroz, numa outra época, ideologia, experiência, mas sempre atuais...


A encerrar um ciclo de tertúlias no Martinho da Arcada houve pequenos momentos de ouro e grandes oradores , homens sapientes daquilo que estavam a falar... e a cantar. Tema " A Guerra Colonial - Cantigas de Resistência".
Surpresas houve. No fim Michel com o seu acordeão cantou "Le deserteur"de Boris Vian e de seguida José Mário Branco cantou-a com tradução e adaptação à nossa língua pátria. Pouca gente sabia deste pequeno tesouro...

Assim aconteceu na terça feira...

Poeta ensina ao carteiro o significado da palavra metáfora

quarta-feira, 25 de maio de 2011

... ainda em Maio que está a findar, a poesia


Mas se amo os teus pés
É só porque andaram
Sobre a terra e sobre
O vento e sobre a água,
Até me encontrarem.

Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.

Pablo Neruda

Pintura de Berg Van Denfreek, Afternoon drink in the garden

terça-feira, 24 de maio de 2011

Rifão Quotidiano


Eu, prefiro continuar a ouvir este rifão quotidiano, mesmo já tendo sido colocado algumas vezes no MàV. Os outros agridem sem dó nem piedade...

Tempo de nêsperas...



Dizia Santo Agostinho que " O mundo é um imenso livro do qual aqueles que nunca saem de casa lêem apenas uma página".
E assim continua a ser...


Pinturas de Carlos Scliar, pintor brasileiro (1920-2001)