terça-feira, 20 de março de 2012

2+2= 4 , 5, 6... ao que "ELES" quiserem...

Em 2011, a EDP pagou a António Mexia 1,04 milhões de euros, sendo que 32% deste valor corresponde a remunerações variáveis. Os sete membros do conselho de administração da EDP receberam no total 6,09 milhões de euros, o equivalente a 12.569 salários mínimos em Portugal.


Eu, também hoje recebi a fatura da EDP, valor de 2 meses, 153 euros, que, depois de discutir estimativas, recuperei 17 euros.
IMI, que aumentou nove vezes mais em relação ao ano anterior.
Recebi menos 200 euros no meu salário.
Terei dinheiro para o PROZAC? Sim, porque isto não vai ao sítio com chá de VALERIANA.
E o povo continua manso....

Pintura de homem pensativo de Alison Hill

segunda-feira, 19 de março de 2012

O dia 19 não vai acabar ...


O dia não vai acabar, meu pai, sem contigo conversar, ou as palavras que já não te direi... Como dizia a nossa velha senhora avó :- "olhos que te viram"...
Mas eu vejo-te ainda querido pai Costa, todos os dias , e cada vez mais cada ano que passa, com mais saudade...
Lembro-me dos desenhos que te fazia que mais tarde foram substituídos pelo cartão postal com a figura de S. José, o carpinteiro.
Mas sempre continuei a rever-me nos bilhtes e desenhos que o teu neto António fazia e os meus alunos cumpriam num ritual agendado em cada início de ano letivo.
Assim foi. E assim será no dia em que o primeiro neto (a) aparecer e eu lhe pedir para desenhar corações, pois é nesse órgão que dizem o amor sentir-se com mais força....

Ouvindo...

domingo, 18 de março de 2012

Já falta pouco...


Breve, breve , apanho uma boleia para Bruxelas. Vou matar saudades e ver o tão desejado e recente museu (2009) de René Magritte.
Deixo-vos aqui um site com fotografias performativas  muito interessantes, baseadas em trabalhos de Magritte.
http://www.flickriver.com/photos/chando/sets/72157619389739500/

On the road... para a vossa noite...

As palavras dos outros....

Uma das coisas que nos diferencia é a necessidade de transformar os sonhos em realidade. Oferecemos por isso um trono ao coração - distinguimos a importância dos momentos pelo seu bater, deixamo-nos levar e dedicamos-lhe poemas e sacrifícios. Fazemo-lo sabendo que o coração nunca nos dá respostas. Abre-nos portas, ilude-nos com esperança e depois ficamos por nossa conta. Convém então que, nos amores e no resto, só decidamos o que é importante quando as suas batidas não abafarem tudo o resto.
Surripiado a Luís Osório, na virtualidade do FK. Luís é grande a pensar , logo, a escrever...
 Pintura de Paul Jacoulet, 1902-1960

sexta-feira, 16 de março de 2012

Bom fim de semana... É um desejo meu



Ouçam mesmo...
Benny Goodman, é bom para a depressão que se começa a instalar nas nossa almas.
Pode-se ser feliz neste país?
O Sol não  basta, só aquece...

quinta-feira, 15 de março de 2012

O tempo faz caretas...

                                           Pintura de Carlo Maiolini


O TEMPO FAZ CARETAS

Visto que não há regresso
E o tempo está de mau cariz,
Viremos o dia do avesso
Para ver como é, primeiro.

A carranca de um velho ou o traseiro
Prazenteiro dum petiz?

De Alexandre O'neill, TEMPO DE FANTASMAS, 1951

quarta-feira, 14 de março de 2012

Descobertas desconcertantes...

A fantasia não tem dimensão.
Descobri este pintor polaco, Jacek Yerca que nos oferece paisagens e um um mundo de casas de pura fantasia.
Deliciem-se... Amnhã há mais.
E, veio-me à memória , Le Douanier Rosseau.

"my last day"... Goldman Sachs...



Algo anda a cheirar mal de mais. Há que mudar de "bacia"....

Cartoon surripiado a "Conversas na Pastelaria"....

Pensar em voz alta...

O meu amigo, disse-me que me levaria à pesca. Lá mais para o verão. E, eu quero acreditar...

Leituras...


Lembras-te jóia, daquele bacalhau
que comemos em Viana do Castelo?
Parece que foi ontem, mas já lá vão dez anos!
Ainda tinhas muito cabelo...


Chovia nesse dia, bem me lembro.
Deixaste  no comboio o guarda-chuva.
Quem te mandou levar toda a viagem
a fazer olhinhos à viúva?

Contos largos... Mas quando o bacalhau,
Como tu disseste: deu à costa,
esqueceste o guarda-chuva e a viúva
e perguntaste a mim: góta não góta?

Ó jóia! E o azeitinho! Aquilo sim!
P'ra comer só no Norte, só no Norte!
E depois... Na pensão... Os pés juntinhos...
Foi mais forte do que nós, muito mais forte!

TROMPE L' OEIL, de Alexandre O'neil