
A UM PASSARINHO
Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se è para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de històrias
Some-te daqui!
De Vinicius, in Antologia Poètica
GUERNICA. Por Millôr. No dia anterior ao bombardeameto




O quero-quero é uma ave do tamanho de uma perdiz e caracteriza-se pelo colorido geral cinza-claro, com manchas pretas na cabeça, peito e cauda. A barriga é branca e a asa tem penas verde-metálicas. Apresenta um penacho na região posterior da cabeça; o bico e as pernas são vermelhadas e tem um par de esporões no encontro das asas. O quero-quero é sempre o primeiro a dar o alarma quando algum intruso invade seus domínios. É uma ave briguenta que provoca rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina. As capivaras tiram bom proveito da convivência com o quero-quero, pois, conforme a entonação, o grito dessa ave pode significar perigo. Então os grandes roedores procuram refúgio na água. O quero-quero, afasta os intrusos que se aproxima de seu ninho, fingindo-se ferido.
- Qual a mentirinha de hoje, querido Pinòquio?...
Soneto da separação
Capuchinho Vermelho, viciada em junkie food
O Principe sem energia para acordar a Bela Adormecida...
No final, haverà uma operação plàstica para esta bela princesa
Cinderela, bêbeda e solitària...
Estou a chegar ao fim do ultimo livro do Chico , e que, para meu gàudio està" abençoado "