Cat Power, Wonderwall
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Olhares...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
"Pomba Branca, Pomba Branca," chega à Ilha da Madeira...

Max. "Ilha da Madeira"
Pomba branca, pomba branca... Chega depressa à Madeira...
O VENTO
Eu já estou morto, mas tu vives,
Vives ainda, e vem o vento,
Que geme e chora, balouçar
Todas as árvores a um tempo,
Todo o infinito da lonjura,
Como aos veleiros ancorados
Nas águas calmas da baía,
E não é pura diversão,
Nem por furor nem por capricho,
Mas para dar ao teu desgosto
Essa canção de que precisas.
"Versos de Iuri Jivago" O Doutor Jivago
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Bom fim de semana...e, se for caso disso , não percam...

A Natureza-Morta na Europa, séculos XVII-XVIII.
Eu adorei. Pela fidelidade de uma realidade que não era comum a todos... a abastança, o prazer do registo, com uma luz irreal, da vida não humana...
Antes de chegar a casa, tive que passar no "Paraíso da Fruta", para comprar as romãs que há dias cobiçava , pela sua cor e brilho... e, olha-las com puro deleite...
São o que eu chamo, momentos de ouro...
«A natureza-morta com uma colecção de objectos preciosos, incluindo pinturas dentro da pintura, revela a rapidez com que este género se tornou um veículo para a ostentação de preciosidades e demonstração da mestria do pintor, tanto nas coisas representadas, como no seu requintado pormenor.
... No caso da natureza -morta de Linard, objectos naturais e de fabrico humano assumem um papel simbólico, representando os cinco Sentidos.»
In, catálogo da exposição
Didier Squiban, "Petit Air Marin"
Tempo (im)perfeito... será?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Herói(s) do mar, nobre povo...

Há ideias nobres... e pode haver nobreza nas ideias.
A beleza pode estar em qualquer gesto ou em qualquer objecto.
Nem sempre a cereja aparece no topo do bolo para lhe conferir maior qualidade...
Neste caso, é em cima da colher.
E, cada dia é um dia, em cada dia uma surpresa...
Por hoje, já está . Amanhã logo veremos...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Memórias...(1)

"As Meninas", de Sara Afonso
Recorrentemente, como quase com toda a gente, vêm nos à memória poemas da infância.
De Augusto Gil, a minha mãe obrigou-me a decorar "O passeio de Santo António" e a " Balada da Neve". Era preciso treinar a memória ...
Quando faz frio ou há barulhos suspeitos... lá vem...
Batem leve, levemente,
Como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é certamente
E a chuva não bate assim...
É talvez a ventania;
Mas há pouco , poucochinho,
Nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...
Quem bate assim levemente,
Com tão estranha leveza
Que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, não é gente,
Nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
Do azul cinzento do céu,
Branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudade, Deus meu!
......
......
(Há mais cinco estrofes)
Tirado de um livro que muito estimo, de A. Gil, Luar de Janeiro, com ilustrações de Maria Keil Amaral
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Tudo é de Picasso...
Boa semana... com sorrisos...
(a não perder...)
Dia de S. Valentim já foi, ... com derrotas e vitórias... Hoje, já é outro dia, e, há que seguir em frente... porque a vida são dois dias e o Carnaval três e mesmo esse está a chegar ao fim. Depois , tudo volta ao normal...
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