quinta-feira, 21 de julho de 2011

De passagem pela cidade branca...

Exposição, no Pátio da Galé
O Fado , de Cândido Costa Pinto, 1945

O Mais Português dos Quadros a Óleo, de João Vieira, 2005
De passagem pela cidade branca e luminosa fui ver o que está por aqui.
Talvez a melhor exposição de Lisboa e que alguma vez se possa ter feito sobre o fado que tenha podido reunir todos os grandes artistas portugueses do séc. XIX - XXI. Exposição no âmbito da candidatura do fado a Património da Unesco, no Pátio da Galé, Terreiro do Paço. Catálogo imperdível. Está patente até setembro.
Boas férias , se for caso disso.

Exposição "Ecos do Fado" patente no Pátio da Galé

sábado, 16 de julho de 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Para ouvir até ao fim...

"plano inclinado"...

"Mulher Sentada", de Renato de Lima, 2001
Que fragilidade os resultados das notas dos nossos alunos…. Uma autoestima nacional sem razões para brilhar.
E, em atalhe de foice, lembro com horror, que há perto de 12 anos , quando frequentei a Escola Superior de Educação em Lisboa para um Complemento de Formação, quando saíam as notas dos alunos da iniciação, as notas a Português e Matemática dos mesmos eram negativas.
Se eu achava, de experiência feita, que deveria haver um exame de admissão para se ser professor, não poderia ser uma profissão de recurso, aqui, tive a certeza disso e espero que este novo ministro consiga implementar esta ideia também sua.
Como os meus queridos amigos(as) profs… estão tão sedentos de férias, verdadeiros donos(as) de casa e profissionais desesperados. Os bons e os esforçados, claro.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Olhares...







Primeira neve:

Bastante para vergar as folhas

Dos junquilhos.



Festa das flores.

Acompanhando a mãe,

Uma criança cega.







Monte de Higashi.

Como o corpo

Sob um lençol.



Ah, o passado.

O tempo onde se acumularam

Os dias lentos.

Poesia
Haikai, tradução de Herberto Hélder (1930
) (aqui)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

FLIP 2011 - Mesa 06 - Pontos de fuga





Este "tsunami" português, valter hugo-mãe, fez chorar os presentes no encontro de escrtitores em Paraty, Brasil, a cidade mais linda que existe para os lados de Hangra dos Reis, ao ler esta carta. Estar em Paraty é como estar em casa...
Ouçamo-la pois.