quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Leituras breves...
Meus, perdidos, horizontes de lonjura e água,bebedouro de sonhos, na antemanhã,onde estais?Tenho sede.
Luísa Dacosta/Andrey Remnev
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
domingo, 30 de dezembro de 2012
Olhando o buraco... vamos saindo de 2012...
Acordemos dia 1 de Janeiro de 2013, olhando o céu...
Bom ano a todos os amigos... Saúde, muita saúde... (é o que os nossos governantes nos desejam,não?)
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
"Embriaguem-se"... de preferência com "vin chaud"....
EMBRIAGUEM-SE
É preciso estar
sempre embriagado.Aí está: eis a única questão.
Para não sentirem o fardo
horrível do Tempo que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem
sem descanso.
Com quê? Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
Mas
embriaguem-se.
E se, porventura, nos degraus de um palácio, sobre a relva
verde de um fosso, na solidão morna do quarto, a embriaguez diminuir ou
desaparecer quando você acordar, pergunte ao vento, à vaga, à estrela, ao
pássaro, ao relógio, a tudo que flui, a tudo que geme, a tudo que gira, a tudo
que canta, a tudo que fala, pergunte que horas são; e o vento, a vaga, a
estrela, o pássaro, o relógio responderão:
"É hora de embriagar-se! Para não
serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se;
embriaguem-se sem
descanso". Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
Les fleurs du mal, de Baudelaire
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
Boas Festas a todos os amigos que passam por bem...
História Antiga
Era uma vez, lá na Judeia, um rei. Feio bicho, de resto: Uma cara de burro sem cabresto E duas grandes tranças. A gente olhava, reparava, e via Que naquela figura não havia Olhos de quem gosta de crianças. E, na verdade, assim acontecia. Porque um dia, O malvado, Só por ter o poder de quem é rei Por não ter coração, Sem mais nem menos, Mandou matar quantos eram pequenos Nas cidades e aldeias da Nação. Mas, Por acaso ou milagre, aconteceu Que, num burrinho pela areia fora, Fugiu Daquelas mãos de sangue um pequenito Que o vivo sol da vida acarinhou; E bastou Esse palmo de sonho Para encher este mundo de alegria; Para crescer, ser Deus; E meter no inferno o tal das tranças, Só porque ele não gostava de crianças. |
| Antologia Poética de Miguel Torga Presépio de Machado de Castro |
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
O cheiro e a visão... Simbiose perfeita...
Gosto muito deste quadro de Amadeu de Souza Cardoso...
Também de castanhas assadas e compradas na rua.
Uma simbiose perfeita que queria aqui ter deixado já há algum tempo.
Um dia radioso... Assim começa o inverno, sem mundo a desabar e TAP a privatizar...
" Na vida nunca se deveria cometer duas vezes o mesmo erro. Há bastante por onde escolher"
Bertand Russell, hoje, ESCRITO NA PEDRA
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Eles nem sabem nem sonham...
Cá por casa, tudo começou com estes dois aviõezinhos.... Uma brincadeira que sobrevoava os pratos de sopa... e tudo o mais... numa longa espera pelo fim da refeição.
A brincadeira passou a sonho. O sonho voou alto, muito alto... e tornou-se realidade.
Até que, há nove anos, vestiu a camisola da TAP. De galão em galão, subiu ainda mais alto...
Amanhã o que pensará o António?
Conversas adiadas...
Até que, há nove anos, vestiu a camisola da TAP. De galão em galão, subiu ainda mais alto...
Amanhã o que pensará o António?
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