![]() |
| É douard Manet, Barco |
domingo, 22 de junho de 2014
tempo de verão .... será?
sábado, 21 de junho de 2014
Bom fim de semana...
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Bem visto...
![]() |
| Miguel Ângelo, Capela Sistina |
Quando DEUS fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei ( ? )
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos Argentinos, chatos e arrogantes ( ? )
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos ( ? )
- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e políticos.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos portugueses foram dadas três !Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra ?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade !
- Façamos então uma correcção! De agora em diante, os portugueses, povo do meu coração, manterão estas três virtudes,mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos !
- Assim, o que for político e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for político e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser político.!!!!!!
Palavras do Senhor!...
quarta-feira, 18 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
hoje vejo a noite e amanhã o dia numa outra janela, e....
.... com memórias bem avivadas de uma infância em que se ouvia o relato de futebol, lá em casa, ao domingo.
Hoje, por razões pessoais viajei durante o jogo Portugal/ Brasil. Mas que emoção ouvir o relato da bola na rádio. Pensei para comigo e verbalizei, que aquela forma emotiva e sem papas na língua de relatar, não é boa para cardíacos.
Com a má prestação da Selecção o radialista fez jus à sua raiva e com toda a razão. Tivesse eu um papel e lápis onde escrever chavões de comentários e estaríamos agora a rir...
E mais não falo pois o futebol não é a minha praia , sou ignorante. Mas em boa companhia , em festas destas até sou capaz de gritar:- força rapazes, sois tão bem pagos que podeis e deveis fazer o melhor e sem violência gratuita.
Hoje, por razões pessoais viajei durante o jogo Portugal/ Brasil. Mas que emoção ouvir o relato da bola na rádio. Pensei para comigo e verbalizei, que aquela forma emotiva e sem papas na língua de relatar, não é boa para cardíacos.
Com a má prestação da Selecção o radialista fez jus à sua raiva e com toda a razão. Tivesse eu um papel e lápis onde escrever chavões de comentários e estaríamos agora a rir...
E mais não falo pois o futebol não é a minha praia , sou ignorante. Mas em boa companhia , em festas destas até sou capaz de gritar:- força rapazes, sois tão bem pagos que podeis e deveis fazer o melhor e sem violência gratuita.
sábado, 14 de junho de 2014
Em alerta vermelho e a chegar às 50 000 visualizações....
.... num blogue que existe desde novembro de 2008.
Entre os que gostam deste Mar à Vista quase sempre com vista de mar, há os que passam por acaso e ficam "clientes" e há os curiosos , feitos de curiosidade fininha e enfernizadinha. Há os que passam por gosto e os que partem com "desgosto", que isto de blogues, nem sempre é para levar a sério ,contudo eles reflectem a personalidade de quem o faz(em).
O blogue pode ser e é um acto de amor rotineiro e prazeroso , mas pode ser um espaço de mal entendidos e blasfémia e acreditar nela não fica bem a ninguém , é tipo, dormir com inimigo...
Diz, quem conhece a patroa, sim tenho carta de "patrão", ser boa mulher, mas também quero acreditar que de boas mulheres e homens está o inferno cheio.
50 000 cliques em Portugal.
Milhares no Brasil.
Alguns milhares nos EUA... Sorrio. E, como dizem que os americanos são uns "cuscos", à s vezes penso que alguns cliques poderão vir da famosa CIA... Eu, "anamar", mulher tranquila e respeitadora da vida alheia. .
Vida de quem se expõe... E ao mesmo tempo vida de quem não quer ser exposta.
E estamos em ALERTA VERMELHO..., Mas onde estou, não dá para delirar com o calor, tão somente para conversar, e isto, porque reparei que daqui a nada chregará aos 50 000 cliques em Portugal Continental, Açores e Madeira.
Fiquem bem e bom fim de semana.
Adenda. Penso ter sido o poeta amigo do blogue Mar Arável, (aqui) que fez o 50 000 imo clique.
Estou abençoada. :)
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Ao meu amor...
Quadras ao gosto popular
Fernando Pessoa
Cantigas de portugueses
São como barcos no mar —
Vão de uma alma para outra
Com riscos de naufragar.
A caixa que não tem tampa
Fica sempre destapada
Dá-me um sorriso dos teus
Porque não quero mais nada.
No baile em que dançam todos
Alguém fica sem dançar.
Melhor é não ir ao baile
Do que estar lá sem estar.
Vale a pena ser discreto?
Não sei bem se vale a pena.
O melhor é estar quieto
E ter a cara serena.
Tenho um relógio parado
Por onde sempre me guio.
O relógio é emprestado
E tem as horas a fio.
Aquela senhora velha
Que fala com tão bom modo
Parece ser uma abelha
Que nos diz: "Não incomodo".
Não digas mal de ninguém,
Que é de ti que dizes mal.
Quando dizes mal de alguém
Tudo no mundo é igual.
Quando vieste da festa,
Vinhas cansada e contente.
A minha pergunta é esta:
Foi da festa ou foi da gente?
Tenho uma pena que escreve
Aquilo que eu sempre sinta.
Se é mentira, escreve leve.
Se é verdade, não tem tinta.
Deixaste cair a liga
Porque não estava apertada...
Por muito que a gente diga
A gente nunca diz nada.
Não há verdade na vida
Que se não diga a mentir.
Há quem apresse a subida
Para descer a sorrir.
Santo Antônio de Lisboa
Era um grande pregador
Mas é por ser Santo Antônio
Que as moças lhe têm amor.
Tem um decote pequeno,
Um ar modesto e tranqüilo;
Mas vá-se lá descobrir
Coisa pior do que aquilo!
Aquela loura de preto
Com uma flor branca no peito,
É o retrato completo
De como alguém é perfeito.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Gosto do que estou a ler . Uma forma de escrever, Alentejo
Na confusão do mundo, um rapaz sobe a rua. O interior é igual em toda a parte.
Mas hoje vai mudar. Ele traz um segredo terrível no bolso do kispo.
Faz calor na província dos suicidas. Dá vontade de rir, uma cidade em que até o coveiro se mata... São estatísticas, tudo em números.
Na Internet, há sexo e doidos japoneses e americanos para conversar em directo. No campo, granadas e ervas venenosas. No prédio, um jovem assassino toca órgão.
O space-shuttle leva cortiça do Alentejo para o Espaço. O Bispo viu o maior massacre da guerra de África e calou-se.
Mas hoje vai responder. Os factos verdadeiros são os piores.
O amor do rapaz rebentou.
Que responsabilidade temos quando nada fazemos?
Em que fado parámos, onde fica Portugal?
Do livro " E se eu gostasse muito de morrer", de Rui Cardoso Martins, editora D. Quixote
quarta-feira, 11 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
"quando não te vejo perco o siso".... Camões e os nossos amores
sábado, 7 de junho de 2014
O bom da vida. Viver a poesia ... Bom domingo
A Festa do SilêncioEscuto na palavra a festa do silêncio.
Tudo está no seu sítio. As aparências apagaram-se.
As coisas vacilam tão próximas de si mesmas.
Concentram-se, dilatam-se as ondas silenciosas.
É o vazio ou o cimo? É um pomar de espuma.
Uma criança brinca nas dunas, o tempo acaricia,
o ar prolonga. A brancura é o caminho.
Surpresa e não surpresa: a simples respiração.
Relações, variações, nada mais. Nada se cria.
Vamos e vimos. Algo inunda, incendeia, recomeça.
Nada é inacessível no silêncio ou no poema.
É aqui a abóbada transparente, o vento principia.
No centro do dia há uma fonte de água clara.
Se digo árvore a árvore em mim respira.
Vivo na delícia nua da inocência aberta.
António Ramos Rosa, in "Volante Verde"As minhas fotografias, Alentejo
Tudo está no seu sítio. As aparências apagaram-se.
As coisas vacilam tão próximas de si mesmas.
Concentram-se, dilatam-se as ondas silenciosas.
É o vazio ou o cimo? É um pomar de espuma.
Uma criança brinca nas dunas, o tempo acaricia,
o ar prolonga. A brancura é o caminho.
Surpresa e não surpresa: a simples respiração.
Relações, variações, nada mais. Nada se cria.
Vamos e vimos. Algo inunda, incendeia, recomeça.
Nada é inacessível no silêncio ou no poema.
É aqui a abóbada transparente, o vento principia.
No centro do dia há uma fonte de água clara.
Se digo árvore a árvore em mim respira.
Vivo na delícia nua da inocência aberta.
António Ramos Rosa, in "Volante Verde"As minhas fotografias, Alentejo
Subscrever:
Mensagens (Atom)










.jpg)



.jpg)