domingo, 17 de março de 2019
Prova de vida a quem passa ... Ainda passam?
Viva. Bem viva .
Não morri nem deixei a blogosfera , só não tenho tempo e nem sempre disposição de aqui vir e visitar os amigos. Uma avó muito, muito requisitada .
Uma nova experiência . Daqui a horas vou para Lisboa participar na meia maratona na Ponte 25 de Abril.
Caminharei com amigos pela ponte a vislumbrar a maravilhosa paisagem da cidade branca e luminosa.
Bom domingo a quem passa.
sexta-feira, 8 de março de 2019
O luto e a luta
Escolha de Miguel Cadete, Expresso Curto . Gostei do poema de Cecilia Meirelles para o dia de hoje .
Atentai , pois.
Vestiu-se para um baile que não há.
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.
Está vendo os salões que se acabaram,
embala-se em valsas que não dançou,
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.
quinta-feira, 7 de março de 2019
Dia de Luto
"A situação “brutal e arrasadora” que ainda existe nas famílias portuguesas. E não, não é só de violência doméstica que se trata"
Expresso Diário de 6-03-2019 AQUI
sábado, 2 de março de 2019
Bom fim de semana...
Segue o teu destino...
Rega as tuas plantas;
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
de árvores alheias.
Rega as tuas plantas;
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
de árvores alheias.
Fernando Pessoa
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
sábado, 16 de fevereiro de 2019
Bruno Ganz , 1941 -2019
“Se o homem fosse um animal ou um anjo, não sentiria angústia. Mas, sendo uma síntese, angustia-se. E tanto mais sente a angústia, quanto mais humano for.”
Soren Kierkegaard, O Conceito de Angústia
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de fevereiro de 2019
sábado, 2 de fevereiro de 2019
"os poemas maiores" , Cesariny
passagem de emile henri
Era no tempo da palavra papel
da pluma bem comida lançando ideias de justiça aos chineses
da espingarda de ar podre ao ombro de cada um
Depois de ver com os seus próprios olhos como é que o ratazana toma o seu chazinho
Emile Henri
escritor da literatura da dinamite
lança a segunda bomba à porta do Café Términus
dado que: da má distribuição da riqueza e das coisas boas da Terra
TODOS SEM EXCEPÇÃO TÊM A MÁXIMA CULPA
da pluma bem comida lançando ideias de justiça aos chineses
da espingarda de ar podre ao ombro de cada um
Depois de ver com os seus próprios olhos como é que o ratazana toma o seu chazinho
Emile Henri
escritor da literatura da dinamite
lança a segunda bomba à porta do Café Términus
dado que: da má distribuição da riqueza e das coisas boas da Terra
TODOS SEM EXCEPÇÃO TÊM A MÁXIMA CULPA
Mario Cesariny
Fotografia de Robert Doisneau
Emile Henri, foi um anarquista francês responsável por dois atentados a bomba, o mais notório destes no Café do Hotel Terminus, na Gare Saint-Lazere , Paris .
26 de setembro de 1872, Barcelona, e morreu em 194 em Paris
Emile Henri, foi um anarquista francês responsável por dois atentados a bomba, o mais notório destes no Café do Hotel Terminus, na Gare Saint-Lazere , Paris .
26 de setembro de 1872, Barcelona, e morreu em 194 em Paris
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
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