segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Momentos de ouro com o pintor João de Almeida. Aconteceu agora...




Pintura em pastel, de João de Almeida

...  na RTP2, no prograna AFINIDADES, conduzido por Maria João Seixas

João de Almeida, com quase 90 anos, está um jovem pleno de práticas e projectos de pintura.
Uma história de vida incrível. 
Se não puderem ver na televisão, deixo aqui o link com uma entrevista dada há um ano ,a Henrique Monteiro, para o jornal Expresso.  (ler entrevista)

domingo, 27 de novembro de 2016

sábado, 26 de novembro de 2016

bom fim de semana, sem esquecer um ano de optimismo...

Era mesmo o que nos faltava e esse já ninguém nos tira...
Ninguém pode viver eternamente feliz nem infeliz. Há pausas.
A tal de" geringonça" , que eu gostava mais que fosse "passarola", e os seus 365 dias, que cá pelo meu burgo fez força para que existisse. 

Não são as nossas ideias que nos fazem optimistas ou pessimistas, mas o optimismo e o pessimismo de origem fisiológica que fazem as nossas ideias.
Miguel Unamuno

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Fim de decanato... Entre o escorpião e o sagitário


1913. Femme brune assise de face, avec guitar, Felix Vallotton

Tivesse ainda tempo e entregava-te 
o coração...

domingo, 20 de novembro de 2016

Olhar o tempo...

Eu não Quero o Presente, Quero a Realidade

Vive, dizes, no presente, 
Vive só no presente. 

Mas eu não quero o presente, quero a realidade; 
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede. 

O que é o presente? 
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro. 
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem. 
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente. 

Não quero incluir o tempo no meu esquema. 
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas 
                         como cousas. 

Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes. 

Eu nem por reais as devia tratar. 
Eu não as devia tratar por nada. 

Eu devia vê-las, apenas vê-las; 
Vê-las até não poder pensar nelas, 
Vê-las sem tempo, nem espaço, 
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê. 
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma. 

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
 
Fotografia de Mário Branquinho, via FB

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Vamos ver "As Lusíadas"?

Ao escrever Os Lusíadas, Luís de Camões esqueceu-se (ou não terá achado conveniente assinalar) que muitas mulheres contribuíram para a expansão portuguesa fazendo o mesmo percurso que os seus heróis, passando pelas mesmas dificuldades e sofrendo, muitas vezes, castigos severos pela ousadia. 
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal. 
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."


Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

e, aos poucos, vou -me aproximando do meu "Mar"...

Exposição exclusiva de photos e video de LEILA ALAOUI

Pela primeira vez em Portugal, até o 30 de Novembro no Palácio da Cidadela de Cascais - a não perder ! entrada livre.

O OLHAR ÚNICO DE LEILA ALAOUI - O público nacional pode finalmente conhecer o trabalho da marroquina Leila Alaoui, até agora inédita em Portugal, numa exposição de fotografias e vídeo que estará presente até 30 de Novembro no Palácio da Presidência da República, da Cidadela de cascais.

As diversidades culturais e o problema da migração no espaço mediterrânico estão em foco nas imagens. Esta é uma oportunidade valiosa para conhecer o olhar único da artista, que estava a realizar um projeto sobre os direitos das mulheres em Ouagadougou, quando morreu num ataque terrorista no Burkina Faso, em Janeiro de 2016.

Nascida em Marrocos em 1982, Leila Alaoui estudou fotografia na City University de Nova Iorque e utilizou a fotografia e o vídeo para mostrar diversas realidades sociais, através de uma linguagem visual que se situa na fronteira entre o documentário e as artes plásticas. Os seus trabalhos têm sido expostos internacionalmente desde 2009 e as suas fotografias publicadas em numerosos jornais e revistas de relevo, como o New York Times e o The Guardian.

Em paralelo, a artista marroquina ligou-se desde cedo as causas humanitárias, tendo feito missões fotográficas para organizações internacionais, como a Search for Common Ground, o Alto Comissariado para os refugiados da ONU ou para a Amnistia Internacional, ao serviço da qual estava quando morreu. Tinha 33 anos.

A Exposição:
     - Museu da Presidência, Palácio da Cidadela de Cascais.
     - Até o 30 de Novembro.
     - De Quarta a Domingo, 11h-13h, 14h-18h.
     - Entrada livre. 

encontros felizes.... e eu tão atrasada

Leonard Cohen com o nosso querido radialista António Macedo, no ano da graça (?) (via FB da página do António.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

"Solidez e beleza", Miguel Blay


Uma exposição que esteve no Museu do Prado, este verão.

Miguel Blay, madrileno. (1866-1936)

terça-feira, 8 de novembro de 2016

quinta-feira, 3 de novembro de 2016