Encosta-te a mim...quinta-feira, 16 de julho de 2009
Hoje foi um dia de emoções boas...

Há dias felizes de manhã á noite!
Há que os agarrar...
E, para finalizar as festas de Lisboa, em Belém, Jorge
Palma esteve no seu melhor com os seus amigos convidados!
Que bom "ouver" o Fausto... uma verdadeira aparição...
Ouvir aqui...
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Parabéns...

Hoje é dia de anos de JV!
Bom amigo e colaborador pontual deste "cantinho"com as suas fotografias que têm sempre como pano de fundo o MAR.
Para ti em especial, mas para todos os que aqui passam deixo uma frase para pensar e de que gosto...
A arte do descanso é uma parte da arte de trabalhar...
J. Steinbeck
Pintura naif de Ronaldo Mendes
terça-feira, 14 de julho de 2009
Palma Inácio, não posso deixar passar em branco!

PALMA INÁCIO-1922 - 2009
da aviação ao serviço da luta "armada " que na minha adolescência me deixou ao rubro com o assalto ao BDP, mesmo ali nas minhas barbas... e eu e os demais só tomarem conhecimento do sucedido pela pela rádio...
Morava em frente ao Banco.
Estava um lindo dia de sol!
Muitas poeiras ficaram no ar.
Alegrias e muita tristezas... gente grada e arraia miúda sem saber bem no que estava metido.
Alguns, poucos, eram nossos conhecidos por laços de família.
Aquele aviãozinho que ficou em Cernache...
Um filme que ninguém ainda pensou em fazer com um galã à altura de Palma Inácio! Bonito, charmoso e de ar triste como todos os "eus " românticos e crédulos de grandes causas... algumas bem perdidas! E para mais vinde até aqui
Para o dia da França, um livro francês.
14 de julho, vamos até França...Hoje, ao passar os olhos pela Bibloteca de Babel, e ao tomar conhecimento deste livro, ONDE VAMOS , PAPÁ? fiquei com vontade de o comprar, pois na minha vida profissional passou um trabalho profundo e inovador (anos 90) com crianças diferentes e cujas cumplicidades, alegrias e tristezas partilhadas com os pais ( leia-se mães)... provocaram momentos únicos!
Quem sabe se a vontade também não chega até vós? Partilhar a catarse de um pai , que ainda por cima o faz com sentido de humor, deve ser uma boa lição de vida.
«Toda a gente pensa nisso, como se pensa num tremor de terra, como se pensa no fim do mundo, numa coisa que só acontece uma vez. Eu tive dois fins do mundo», resume Jean-Louis Fournier, escritor, humorista e realizador de televisão francês. Tanto o seu primeiro filho (Mathieu) como o segundo (Thomas) revelaram, ao fim de poucos meses de vida, deficiências motoras e mentais profundas. Dito de outro modo: se o nascimento de uma criança normal (como viria a ser Marie, irmã mais nova de Mathieu e Thomas) representa um milagre, «uma criança deficiente é um milagre às avessas».Após várias décadas de silêncio sobre os filhos problemáticos, Fournier decidiu escrever-lhes um livro, mesmo sabendo que eles nunca o lerão. A ideia é resgatá-los do esquecimento, «para que não sejam apenas uma fotografia num cartão de invalidez». Retratá-los como eles, de facto, são. Ou eram. Um gesto que implica uma franqueza total, uma honestidade absoluta; certamente difíceis de assumir. Fournier não doura a pílula, não esconde as falhas próprias, não disfarça o desânimo, nem embeleza os remorsos: «Não fui um bom pai. Muitas vezes, não vos suportava, era difícil gostar de vocês. Convosco, era preciso uma paciência de santo, e eu não sou nenhum santo.» Espantosa, esta sinceridade.Por princípio, o progenitor de uma criança deficiente «não tem o direito de rir, porque isso seria do mais profundo mau gosto». Mas é essa linha que Fournier atravessa sem medo. Os filhos são flácidos, corcundas, frágeis como «avezinhas depenadas», com a cabeça «cheia de palha» e o corpo sustido por um espartilho ortopédico, de metal cromado e couro, que os assemelha a «guerreiros romanos de couraça». Ao falar deles, o tom oscila entre a ternura contida e o mais feroz humor negro. Exemplo: para Mathieu, que não consegue endireitar-se por falta de tónus muscular, o pai antevê a profissão de garagista. «Mas um garagista deitado. Daqueles que arranjam os carros por baixo nas garagens onde não há placa elevatória.» No fundo, ele troça dos filhos como Cyrano de Bergerac troçava do próprio nariz: criando uma distância irónica que é apenas um perímetro de segurança, uma linha de defesa contra a loucura.Sem que nada o fizesse prever, este livrinho quase sempre desconcertante (salvo nalgumas passagens mais delicodoces que lhe retiram alguma da força) foi uma das sensações da rentrée literária francesa de 2008. Além da boa recepção crítica e de uma presença de vários meses nos tops, com vendas superiores a 400 mil exemplares, arrebatou ainda o Prémio Femina.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Estória de amor... para hoje






MODIGLIANI, nasceu a 12 de Julho de 1884...
Quero acreditar que nunca morreu pelo prazer que as suas pinturas continua a provocar ... uma sensualidade desmesurada...
Quem não gosta?
Multiplas aventuras vividas... mas um grande amor com Jeanne Hébuterne, sua musa e modelo e cuja estória podem ler AQUI
sábado, 11 de julho de 2009
Bom fim de semana, e, ponham a escrita em dia...
Uma boa amiga francesa , Daniéle, partilhou as suas fotografias tiradas a caixas de correio da cidade de Lisboa.Veio-me à memória o tempo em que com ansiedade se esperava o carteiro, portador de todas as missivas e das belas cartas de amor e amizade,dos postais, os postais que todos os amigos enviavam quando viajavam e dava origem ao coleccionismo levado ao rubro...
Outros tempos... em que toda a carta tinha uma resposta...
Nostalgia por ausência de notícias!
Poema - Redacção
Uma senhora pediu-me
um poema de amor.
Não de amor por ela,
mas «de amor, de amor».
À parte aquelas
trivialidades
«minha rosa, lua
do meu céu interior»
que podia eu dizer
para ela, a não destinatária,
que não fosse por ela?
Sem objecto, o poema
é uma redacção
dos 100 Modelos
de Cartas de Amor.
De Alexandre O) Neill- Poesias Completas
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Alegria no trabalho...

"Daqui a nada, pelas 16h30, a sede da LeYa, em Alfragide, vai acolher um espectáculo musical com obras de Charles Gounod e Gaetano Donizetti, interpretadas pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a batuta do maestro Reinaldo Guerreiro.Os 250 trabalhadores do maior grupo editorial português interromperão o seu trabalho para assistirem a esta iniciativa, baptizada «Pausa para Concerto», no jardim interior do edifício. O objectivo é «favorecer a descontracção, a concentração e a criatividade em contexto laboral"
In Biblioteca de Babel
Não seríamos mais felizes no mundo laboral, com pausas para a música ???...
Preparação para os "ouvidos" na minha viagem pelo corpo humano.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Corpo humano , hoje, a boca...
Boca - Charme e sensualidade é o único órgão que na cara tem várias funções: graças a ela comemos, amamos e falamos ... Aprimeira função da boca é a de comer; assim o recém nascido a utiliza logo quando procura o seio materno e por instinto começa a sugá-lo. É grande a diferença dos outros órgãos da cara, que normalmente só têm uma função enquanto a BOCA é usada para beijar, sorrir, gritar,falar e cantar, resumindo, para se exprimir. A BOCA está inseparavelmente ligada uma função mágica e criativa. A Boca pode também destruir... Não é impunemente que na passagem do Apocalise(1, 16) diz que" da boca sai uma espada afiada de lâminas duplas"... []A outra dimensão da BOCA é erótica e fascinou inúmeros artistas do séc.XX. Guardemos então, da Boca algumas das melhores recordções das nossas vidas, esqueçamos as más... e daí quem sabe os nossos olhos brilharão, pois são eles que permitem ao mundo exterior entrar em contacto com o nosso mundo interior!
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