terça-feira, 28 de abril de 2015

sábado, 25 de abril de 2015

Felizes o que já nasceram em Liberdade. 25 de Abril , sempre.

Fotografia tirada há 1 ano
«Lisboa tem um cravo em cada mão
Tem camisas que Abril desabotoa
Mas em Maio Lisboa é uma canção

Onde há versos que são cravos vermelhos
Lisboa que ninguém verá de joelhos.»
Manuel Alegre ~1974 ...

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Amanhã haverá mais, se for caso disso.

Fotografia de 25 de abril de 2014.
O meu olhar .

Frederick William Flower, entre 1849-1859, negativo de um lugar “habitado” por pinheiros mansos, em Coimbrões, Vila Nova de Gaia: a qualidade artesanal da técnica, antecessora do processo fotográfico convencional, oferece um tom sinistro, irreal, nocturno.

Para breve , no Museu do Chiado.  AQUI

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Neste dia Mundial do Livro


e... porque os amigos conhecem os nossos gostos, fui presenteada com esta relíquia.

"Livro, quando te fecho, abro a vida"

Pablo Neruda

Fotografia do Almanaque, de Rogério Gonçalves Costa, SEM T´TULO

Curtas...


terça-feira, 21 de abril de 2015

um buraco, é sempre um buraco....

e, muitas vezes sem saída...

Houve tempo em que nos amores e nas paixões, se falava de forma espectacular. Com baba e ranho. Dava-se tudo. Saíamos rasgados de pele e coração. Valia sempre a pena, mesmo quando perdíamos o chão.
 Os erros, as faltas, as vertigens, o pé à beira do abismo existiam para nos lembrarmos de que somos humanos. a regra era cair e levantar, prontos para outra depois de lutos intensos, sofridos, partilhados. Agora tudo isso existe sob a forma de prevenção. Para nos lembrarmos do que não devemos fazer, dos riscos que não devemos correr, contra o vírus da solidão.
Fomos ficando higienizados. Da alma à cama. Uma espécie de "se conduzir não beba" para evitar os males do coração. Como se pudéssemos dizer "se amar não se magoe".
Com o passar dos anos , aprendemos a contornar os sintomas a bem da decência, da pose, da anestesia geral ou local, conforme as necessidades. O importante é não dar parte de fracos.
O ciúme é uma coisa moderna, para ser compreendida.
A discussão acalorada está fora de moda.
A vingança é um prato que se não serve frio nem quente nas relações mais conceituadas. É coisa do povo, ementa de vidas de tasco, entre um tiro de caçadeira e um facalhão de meter respeito.
O civismo entrou definitivamente na nossa intimidade (?) para amansar os corpos, os gestos , as palavras.  A postura é um fato pronto-a-vestir que usamos para entrar e sair das relações. Talvez até já nem se rasguem roupas quando chega a hora. O sentimento não ferve, a aprendizagem das loucuras que fizemos é renegada e a história do que fomos não tem disco duro porque a caixa de mensagens é mais prática e descartável. De resto. já não há cartas para guardar porque ninguém as escreve. Quem as leria, de resto, se tivessem mais de 140 caracteres?
Como num poema de Eugénio, já não há nada que nos peça água. E estamos como ela: insípidos, inodoros e incolores. Leves. Capazes de ir do tudo ao nada sem efusão de sangue. Deve andar a  escapar-nos o momento em que deixamos de olhar a vida nos olhos e a desregrada infinidade de coisas que vinha junto com ela.

fui saber notícias de Babilónia... aconteceu, no sábado, na Fundação José Saramago





sábado, 18 de abril de 2015

bom fim de semana ..


Fotografia de Rosa Tengarrinha, Monte Estoril

De momento,  procuro o descanso do corpo, depois de uma luta de 6h para ver a Lisboa Romana... (valeu a pena? tudo vale a pena.... diria o poeta...),
também repouso o olhar nos elementos da minha praia ...

sexta-feira, 17 de abril de 2015

as minhas descobertas...

Renoir
(Aqui) a hipótese de encontrar algumas relíquias para compreender a arte e a sua história através do cinema. Haja tempo e curiosidade. Os filmes completos podem ser legendados. 

In, OBVIOUS