domingo, 27 de novembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016
bom fim de semana, sem esquecer um ano de optimismo...
Ninguém pode viver eternamente feliz nem infeliz. Há pausas.
A tal de" geringonça" , que eu gostava mais que fosse "passarola", e os seus 365 dias, que cá pelo meu burgo fez força para que existisse.
Não são as nossas ideias que nos fazem optimistas ou pessimistas, mas o optimismo e o pessimismo de origem fisiológica que fazem as nossas ideias.
Miguel Unamunoquarta-feira, 23 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Fim de decanato... Entre o escorpião e o sagitário
1913. Femme brune assise de face, avec guitar, Felix Vallotton
Tivesse ainda tempo e entregava-te
o coração...
domingo, 20 de novembro de 2016
Olhar o tempo...
Eu não Quero o Presente, Quero a Realidade
Vive, dizes, no presente,
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas
como cousas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas
como cousas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Fotografia de Mário Branquinho, via FB
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Vamos ver "As Lusíadas"?
Ao escrever Os Lusíadas, Luís de Camões esqueceu-se (ou não terá achado conveniente assinalar) que muitas mulheres contribuíram para a expansão portuguesa fazendo o mesmo percurso que os seus heróis, passando pelas mesmas dificuldades e sofrendo, muitas vezes, castigos severos pela ousadia.
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal.
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."
Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha
Ao longo dos séculos, As Lusíadas foram ignoradas pela generalidade dos historiadores, como se a sua motivação para a viagem fosse menos nobre do que a dos homens, ou como se a sua vontade e coragem fossem indignas de constar na História de Portugal.
Iria, Inês, Maria, Cecília, Catarina, Isabel, Antónia, Beatriz e tantas, tantas outras, foram mulheres corajosas “Mais do que permitia a força humana..."
Texto retirado do FB da própria encenadora da peça, Maria João Rocha
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
e, aos poucos, vou -me aproximando do meu "Mar"...
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encontros felizes.... e eu tão atrasada
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
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