segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Para os amantes de gatos....
Este "amado gato",foi o testemunho de um encontro durante um belo passeio e um pacto de cumplicidade e afeto , o tempo que durou o passeio e a sua salvação, pois andava perdido.... e ,para mim, o verdadeiro testemunho que gato escaldado de água fria tem medo... ou seja , ele tem sempre medo da água fria mesmo sem se ter escaldado.
Aí os cães levam a melhor...
Momentos de ouro...
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ecos do Fado (5)... quase na reta final



Pontuado por uma maior expressão onírica, podemos observar na obra de Júlio Reis Pereira (1902-1988), Principal ilustrador da revista Presença - de que seu irmão José Régio, foi um dos diretores - o multifacetado Júlio, engenheiro, poeta e pintor, faz figurar a guitarra portuguesa em ambientes de vincada carga poética.
Na série desenhos Poeta produzidas desde o final da década de 70, Júlio recorre sistemáticamente à guitarra, transmutando-a em instrumento de fascínio aqui enfatizado na sua carga mágica e onírica.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ecos do Fado (4)




Desenhos de Stuart Carvalhais." Ao atentarmos na ilustração das partituras, percebemos que à mudez das figuras representadas corresponde, invaiávelmente, a eloquência do gesto. No mesmo suporte, o discurso político de Stuart fez coincidir a música silenciada com a amplificação da sua dimesão cultural"
In catálogo da exposição
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ecos do Fado (3)



No tríptico Lá Vem a Nau Catrineta Que Traz Muito que Contar, Almada fixou o imaginário da cidade, sintetizando a lenda em três cenas, desde a aventura dos mareantes no mar tenebroso, a fé na divina providência, o amor à pátria e à família.
Na primeira cena, os marinheiros mostram-se desesperados, enquanto o capitão busca por uma linha de terra. Nas velas, pairando sobre o navio, as sombras do diabo e da morte. Na segunda cena, central,um anjo da guarda figura junto ao mastro, enquanto no plano superior as três filhas do capitão agurdam o regresso da Nau. Uma guitarra portuguesa repousa no solo. Finalmente, a terceira cena, o desfecho feliz: a chegada a terra, a multidão dando largas à sua alegria e o capitão abraçando a três filhas.
De facto, mais do que o gosto dos portugueses pelo Fado, esta obra poderá testemunhar, o gosto dos portugueses por um final feliz.

Os modernistas aproveitaram os temas e objetos populares introduzindo no contexto do "reaportuguesamento de Portugal" e mesmo o autor do fulgurante Manifesto Anti-Dantas não deixou de produzir interessantíssimos testemunhos pictóricos de grande carga onírica evocando o universo do Fado e da guitarra portuguesa.
De facto ,se na obra Fadistas sobressai a ironia subjacente ao traço caricatural, no desenho Marinheiro e Rapariga concluído em Paris em 1923, a representação do universo fadista faz-se associar á faina marítima.
O próprio Almada afirmaria na sua Histoire du Portugal par Coeurem 1919. Tejo, lombada do meu poema aberto em páginas de Sol... Portugal é o último coração europeu antes do Mar. Nós temos todos os rios de que tínhamos necessidade. O Tejo é o maior; nasce em Espanha, como outros, mas não quis ficar lá(...) Nós també temos varinas que vão pelas ruas como barcos sobre o Mar. Têm o gosto do sal. Nas canastras transportam o Mar
In,catálogo de Ecos do Fado da Arte Portuguesa de XIX a XXI
Ecos do Fado, exposição (2)
O Marinheiro,1913, Constantino Fernandes
Da Madragoa à Ajuda pela Pampulha, 1947, de Emmerico Nunes
"Nas palavras de Rui Mário Gonçalves, por várias atitudes automarginalizantes, entre as quais podemos salientar duas: a obsessão pela originalidade e a passagem pelo amor fútil aos atos provocatórios futuristas"
Assim surgirão Almada Negreiros que conviveu assiduamente com Santa-Rita.
A eles voltarei mais tarde...
domingo, 11 de setembro de 2011
Um pedido do Pedro, maestro e compositor...


Caros amigos,
Acabei de me estrear a fazer e montar um video. É um video-clip sobre uma música de um disco meu que está para sair.Coloquei-o no Youtube e, como sabem, só acima de um certo número de visionamentos é que ele aparece nos motores de busca.Peço-vos então que visitem este endereço http://www.youtube.com/watch?v=FyRUwKUigMoTalvez não se aborreçam e, se tal acontecer, por favor passem aos vossos amigos.Aqui fica desde já o meu agradecimento.
Acabei de me estrear a fazer e montar um video. É um video-clip sobre uma música de um disco meu que está para sair.Coloquei-o no Youtube e, como sabem, só acima de um certo número de visionamentos é que ele aparece nos motores de busca.Peço-vos então que visitem este endereço http://www.youtube.com/watch?v=FyRUwKUigMoTalvez não se aborreçam e, se tal acontecer, por favor passem aos vossos amigos.Aqui fica desde já o meu agradecimento.
Pedro Osório
Vamos lá fazer subir o Pedro...
Pedro Osório - O Beijo do Sol
Mão muito amiga,a Zé, fez-me chegar um mail com este video e texto que se segue.
A Zé, é a mãe do filho mais velho de Pedro Osório, o Luís, que com ele toca ao piano, sua nora e filho André.
O Pedro, não está nada bem de saúde... e, pela primeira vez fez um trabalho em que envolveu toda a sua família que será um momento de ouro que ficará para a posteridade.
A compota ficou concluída ... assim o disse a Catarina...

As Amoras
O meu país sabe as amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
Poema de Sophia M. Breyner
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