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Oh, se esta noite, sonhando,
Alguma fada, engraçando
Comigo (podia ser?)
Me tocasse com a varinha
E fosse minha madrinha,
Mesmo a dormir, sem a ver...











Marinheiro e Rapariga, 1928, de A. Negreiros
O Marinheiro,1913, Constantino Fernandes
Da Madragoa à Ajuda pela Pampulha, 1947, de Emmerico Nunes
"Nas palavras de Rui Mário Gonçalves, por várias atitudes automarginalizantes, entre as quais podemos salientar duas: a obsessão pela originalidade e a passagem pelo amor fútil aos atos provocatórios futuristas"
Assim surgirão Almada Negreiros que conviveu assiduamente com Santa-Rita.
A eles voltarei mais tarde...

